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História da Sociedade Teosófica de Henry Olcott 

Depois de ler os 2 primeiros volumes da História da Teosofia, fiquei com o desejo de voltar a ler, pois tive a impressão de não ter conseguido acompanhar a caminhada vertiginosa desta alma gigante que teve o privilégio de conviver e partilhar a vida da grande Iniciada e Fundadora da Sociedade Teosófica H. P. Blavatsky.

É francamente difícil tentar resumir tanto altruísmo, tantas proezas, tanto sacrifício e por mais que recortasse alguns episódios mais repetitivos, como por exemplo os milhares de conferências dadas em pleno período de expansão do labor Teosófico no Oriente e no extremo Oriente, receamos amputar a alma contida em cada esforço, em cada passo dados para unir os Homens à volta da Essência da Sabedoria. Quantas horas das nossas vidas não seriam necessárias para conseguir cobrir o périplo hercúleo de um só Homem, que na sua entrega discipular tornou-se mensageiro dos Mestres, verdadeiro fio condutor dos Mahatmas, Anjos custódios e impulsionadores da evolução da grande família humana.

 

"É francamente difícil tentar resumir tanto altruísmo, tantas proezas, tanto sacrifício."


H. Olcott tinha uma força de carácter enraizada num humanismo sem fronteiras, uma paciência e uma devoção a toda a prova, possuía também uma inteligência que desafiava todas as doutrinas dos mais altos representantes da Ciência e da religião do seu tempo, detentor de um profundo conhecimento da língua Sânscrita, conseguiu através da sua mensagem uma aproximação às Verdades contidas nos cânones das doutrinas orientais, muitas delas fragmentadas pela excesso de erudição e pessoalismo, uniu muitos Eruditos e grupos sectários que reencontraram o caminho do recto pensamento e da recta acção. Budista de alma voltou a revitalizar as então divididas Escolas do Mahayana e do Hinayana. As suas palestras que arrastavam milhares de crentes e não crentes, permitiram agregar doações em bem materiais e dinheiro que reverteram para a construção de escolas e hospitais, bens essenciais para tirar as populações desfavorecidas da sua condição de precariedade e ignorância.

Possuidor de uma energia extraordinária, foi “campeão” em curas magnéticas que ele realizava com o poder das suas mãos abençoadas, fiquei incrivelmente tocada quando, na Índia ele relata ter curado mais de 2812 pessoas e isso num espaço de 57 dias, este prodígio foi acompanhado por um ciclo de 27 conferências, sempre amontoadas de assistentes e em condições extremamente difíceis devido ao calor ou à chuva diluviana destas terras longínquas, e no mesmo período de tempo semeou e organizou 12 ramos (Filiais). Os casos mais espectaculares de cura ocorreram com vários estados de paralisia, cegueira, surdez, reumatismos crónicos e outros milhares de casos que ele tratava no meio da multidão, num sufoco de calor e suor, sem outro recurso do que as suas mãos abençoadas e um coração de ouro e, como ele próprio o reconheceu, devido à divina presença e protecção de um grande Mestre. Depois de um largo circuito de 10 mil milhas através da Índia que durou 262 dias, H. Olcott,   superando todo o tipo de cansaço, doenças, contratempos, tempestades e inundação sem omitir as muitas contrariedades humanas (inveja, ciúme, intolerância, perseguição, traição, e muito mais….) ouvimo-lo dizer no regresso à casa-mãe de Madras, «Oh! Bendito repouso».



"H. Olcott tinha uma força de carácter enraizada num humanismo sem fronteiras, uma paciência e uma devoção a toda a prova."


Os resultados obtidos durante esse primeiro ano de expansão falam por si, sabendo que por detrás de cada êxito está uma vontade sem limites, uma inteligência disponível para recolher o melhor de cada momento e um amor puro e devoto aos Mestres de Sabedoria.

Ora vejamos os resultados obtidos, pelos dois Grandes Mensageiros da Sociedade Teosófica desde a sua Fundação: 133 Ramos activos, do qual se podem salientar 96 na Índia, 3 na Birmânia, 8 no Ceilão, 2 na Inglaterra, 1 na Escócia, 1 na Irlanda, 1 na França, 1 na Alemanha, 13 nos Estados Unidos, 1 na Grécia, 1 na Holanda, 1 na Rússia, 1 na Índia ocidental, 2 na África e 1 na Austrália.

“Os discípulos devem ser afinados pelo guru como as cordas do alaúde (vina), cada uma diferente da outra, e ainda assim, cada uma emitindo som em harmonia com todas as outras. Colectivamente eles devem como que formar um teclado que responda em todas as suas partes ao mais leve toque (o toque do mestre). Assim as suas mentes abrir-se-ão para as harmonias da sabedoria, para vibrar como conhecimento através de cada um e de todos (…) A sabedoria deverá ser impressa para sempre nos seus corações e a harmonia da lei jamais será quebrada.” (“Ocultismo Prático” de H. P. Blavatsky)

Nós, os Filósofos do Mundo inteiro, ficamos eternamente gratos por termos a oportunidade de dar continuidade a esta Obra de Gigantes que verá amanhecer os Ideais de Verdade, Justiça e Fraternidade, pois a dor, a dificuldade, a morte, não conseguem derrotar o poder das Almas que vivem em Deus, e como dizia o nosso Mestre e Fundador da Nova Acrópole «não existe impossíveis, mas sim impossibilitados».

Françoise Terseur

 

 

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