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Indivíduo ou Massa? A escolha é nossa...

 

individuo

 

O Indivíduo

O ser humano não é uma mancha de azeite; o ser humano é uma chama de fogo que nasceu para elevar-se, para chegar ao topo e dar luz; perder-se no espaço infinito, não sem antes ter alumiado a terra e ter queimado a madeira que a sustem.

Necessitamos de um ser humano que seja como a fruto da manga: suave por fora mas duro como o ferro por dentro.

O homem debe ser como uma espada, o seu corpo debe ser como a baínha. Um dia chegará a morrer e então a alma debe sair do corpo cantando, luminosa como a lâmina de uma espada. E então a bainha ficará vazia e inútil, e será deitada à terra; mas a espada, o trozo de luz das estrelas que ficou aprisionada na terra, voltará às estrelas.

Sejamos simples, sejamos verazes, sejamos naturais, e o filósofo que dorme dentro de cada ser humano despertará inexoravelmente.

Assim como uma corrente é tão forte como o mais débil dos seus elos, assim como uma muralha que esteja construída por blocos de mármore; para poder fazer uma humanidade melhor, necessitamos cada um de nós ser melhor.

O ser humano recebe a harmonia da sua vida interior, do seu ser interior, aquele recôndito que está mais além de todas as coisas, aquele que é capaz de julgar-se a si mesmo, de rectificar a sua própria vida.

O ser humano não só tem fome de pão; o homem tem hoje mais do que nunca, fome de Dignidade. Não quer ser um número numa estatística, ou uma cifra num cálculo de rendimento económico. Quer Ser Humano no verdadeiro sentido, quer amar, sofrer, trabalhar, desafiar o destino, triunfar ou fracassar, mas viver humanamente. O povo está cansado de improvisos que o bajulam para melhor o explorar, que o consultem sobre o que não sabe, que lhe peçam o que não tem, que o façam ajoelhar ante o que não crêem.

A Massa

A massa derrete a essência do homem. O efeito da massa sobre a alma humana é terrível; a própria e verdadeira vontade do homem, cujas raízes são espirituais, está a derreter-se e no seu lugar está a ser inculcada uma outra «vontade» que deriva da sua natureza instintiva e animal.
A massa é sempre inumana e sem espírito, é a existência sem ser, a crença sem a fé, a filosofia sem a verdade.

A massa cria dependência, não suporta aqueles que não pertencem a ela, não gosta daqueles que se destacam dela, não gosta de independência.

A massa criou uma grande maquinaria e os que dependem dela convertem-se nos seus servidores; devem
servi-la, alimentá-la e cuidar dela.

A massa sempre procura satisfações rápidas e as suas fontes preferidas de satisfação continuam a ser a comida, o sexo, as coisas materiais, a influência e o poder.

A massa separa o homem da sua própria essência, arranca-o das suas raízes espirituais, deixa a sua alma à mercê de uma multiplicidade de ventos e correntes, que a levam para muito longe das coisas essenciais e a rompem por dentro.

A Massa cria uma cultura e uma sociedade sem objectivos,
sem razão de ser e sem sentido de vida.

 

 

As máximas sobre o indivíduo foram extraídas do livro Reflexões de um Filósofo de Jorge Angel Livraga, Editorial Nova Acrópole.

As máximas sobre a massa são citações do artigo "O Reino da Massa" de Stjepan Palajsa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
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