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Natureza e Simbolismo

A Natureza tem uma filosofia que se chama simbolismo. O simbolismo é o idioma da Verdade que emana do Absoluto. Filósofo é aquele que estuda os símbolos da Natureza, que o conduzem ao conhecimento de si mesmo, do universo e de Deus. O simbolismo do corpo humano é uma Escola Iniciática, uma Academia de Aprendizagem tradicional e universal.

O simbolismo iniciático é uma ciência positiva que determina o critério da verdade e forma novos homens de espírito elevado, de convicções firmes e reta moral, sem mancha.

Todo o aspirante ao saber superior ou gnose, a COMPREENSÃO, deve trabalhar para descobrir as ideias que representam os símbolos, porque é nestas ideias que se encontra a Verdade, e a Verdade é que nos fará livres da ilusão dos sentidos.

O corpo humano é o verdadeiro livro de que fala S. João, embora não tenha folhas de papel escritas com tinta. Dentro deste livro humano estão escritas as coisas presentes, passadas e futuras.

O livro dos sete selos é o corpo humano, e somos nós que temos de o abrir na coluna vertebral, que é em si, nos seus 33 graus de conhecimento, ou vértebras, uma verdadeira Escala Cabalística do mais elevado saber do homem. Por isso se lhe chama nas Sagradas Escrituras, Árvore da Ciência da Vida, e outros variados nomes esotéricos muito sugestivos, tais como Caduceu de Mercúrio, Escala de Esmeralda, Lira de Apolo, etc.
Todas as nações antigas delinearam os seus mapas geográficos, a história, os templos, bem como os seus rituais sagrados, de acordo com a anatomia, psicologia e fisiologia humana.

Tudo quanto nos rodeia e forma o nosso meio ambiente, é copiado de nós pela Lei Natural da Analogia, e pode ser recordado e apreendido por nós.

A própria Esfera Armilar do emblema de Portugal, embora também representativa do universo, está directamente decalcada do cérebro humano.

O Homem, a maravilha da Natureza, é o supremo símbolo. Isto, porque dentro de nós estão incluídos os quatro reinos da Natureza, e o Quinto…, que é a Quinta Essência ou ESPÍRITO, que domina e tem poder sobre aqueles.

O Homem dorme na pedra (reino mineral); desperta na planta (reino vegetal); anima-se no animal (reino animal); pensa no homem (reino humano); e cria no anjo (reino angelical).

Os símbolos são imagens do pensamento. A palavra é o corpo da ideia, e eles são como pontos que nos conduzem do exterior ao interior, do ilusório ao real.

A primeira dificuldade com que esbarra a mente é a de compreender completamente; não o que o Homem é…, mas pelo contrário, o que ele não é!

 



"A descrição histórica tem como única razão de ser, proporcionar um meio para representar o significado psicológico. De acordo com isso, é necessário (é mister) mantermo-nos firmes noutra interpretação da vida, vendo para alem do sentido literal das palavras e do aspeto aparente das coisas."

 



Tudo está feito através de símbolos e números. E, por exemplo, os fabulosos e simbólicos “12 de Inglaterra” nos “Lusíadas” de Camões, representam os 12 signos do Zodíaco e as 12 faculdades do espírito ou forças de dentro e ao serviço do Homem. O famigerado “Magriço”, sendo o guerreiro do Sol, representa também o nosso Logos Solar, que luta dentro de nós, no seu terreiro ou “távola redonda”, por sua Dama, a Alma ultrajada pelos doze pares de Inglaterra, que simbolizam as forças taurinas das trevas, em contraposição aos de LUSO ou lusíadas que simbolizam as forças da LUZ ou do Sol, que triunfam sobre aquelas…

Também a fabulosa Ilha Verde de Vénus ou do Amor, que a deusa desse nome põe em mágico equilíbrio no meio do oceano (cósmico) para descanso e recreio dos fatigados Navegantes, que regressam da sua aventura à roda do mundo seguindo o caminho e a vontade irresistível do Sol, tem sentido cientifico astronómico; e não aquele sentido fantástico, imaginário, torpe e ridículo, de conto de velhos para crianças, que os grosseiros intérpretes da letra morta ignorantemente lhe atribuíram.

Também a medonha e profética alegoria do GIGANTE ADAMASTOR, a par da História da Pátria e em dupla face, alude, profeticamente, ao fim da velha Era ADÂMICA que toca agora o seu términos, ao dobrar o seu “Cabo Tormentoso”, embora o grande Poeta do universo, porta-voz do antiquíssimo povo luso, de memória bíblica, nos diga que esse será também o CABO NA NOSSA BOA ESPERANÇA…! E é, realmente!

Camões, em duplo relato, escreve em forma elíptica e sintética, na misteriosa linguagem dos símbolos e do Zodíaco. As expressões verbais de “Os Lusíadas” são fabulosas. Na alegoria temos de encontrar a verdade simbolizada.

O objectivo do símbolo é aperfeiçoar o indivíduo e instruir a raça.

Os símbolos são ricos em ensinamentos de elevado significado intelectual, filosófico, científico, moral, espiritual e prático.

Aquele que se busca a si mesmo deve procurar compreender o idioma simbólico. Cada símbolo tem sete significados, tantos como sete dimensões tem o Homem e o Universo.

Marius Labrator


 

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