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Na Rota dos Templários em Portugal


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Fundada em Jerusalém, no ano de 1118, por 9 cavaleiros oriundos da Europa ocidental, a Ordem do Templo de Salomão viria a desempenhar, nas duas centúrias seguintes, um papel fundamental no empolgante renascimento da Europa do tempo das catedrais. No seguimento da explosão do simbólico no românico, emerge, em poucas décadas, o crescimento da Ordem de Cister, o gótico, as histórias do Graal, começam a circular as cartas do Preste João, e… forma-se Portugal.

Esta sincronicidade dos tempos míticos de fundação dos Templários e Portugal, potenciou uma relação profícua que marcou a história de então.

O nosso país é um território privilegiado para sentir a mística dos Templários. D. Afonso Henriques logo na sua primeira carta de doação à Ordem do Templo deixou registado que é «irmão» da Ordem. Tratou-se do Castelo de Soure, lugar onde poderemos iniciar o nosso périplo em direcção ao Castelo de Pombal para depois chegar ao grande centro espiritual e militar dos Templários portugueses: Tomar.

Tomar merece a visita de um dia inteiro. Aconselhamos a observação prolongada da Igreja gótica de Santa Maria do Olival, lugar que foi panteão dos mestres templários e ainda hoje respira um silêncio tranquilizador para a nossa alma. A estrela de cinco pontas, símbolo do Homem espiritualmente realizado, recebe-nos na entrada que nos leva até à bela Nª Sr.ª do Leite. Em pleno centro, encontramos o templo dedicado a João Baptista, onde merece especial atenção o tríptico flamengo e a muito enigmática pintura de Melquisedeque, autoria de Gregório Lopes, século XVI, onde um judeu, um muçulmano e um cristão evocando a harmonia entre as religiões e a sua essência comum. Naturalmente o Castelo e Convento de Cristo merecem visita prolongada, A Charola é o Omphalos, o eixo de todo este complexo iniciático, ao qual, mais tarde, se acrescentou o fabuloso Coro Manuelino. Mais do que racionalizar, há que sentir todos aqueles símbolos…

Seguindo pela borda do Tejo encontramos um dos mais belos castelos templários, o de Almourol, assente numa ilha do rio.

Mas os Templários também marcaram uma forte presença em toda a linha da raia beirã. Castelo Novo (Fundão) encimado pela mística Senhora da Penha é um lugar mágico que recebe toda a força telúrica da Serra da Gardunha. Mais a sul, merece especial atenção a região das Idanhas, com destaque para Monsanto e Idanha-a-Velha, antiga Egitânia romana. A norte encontra-se uma linha importante de castelos templários, como o de Longroiva, mas para fechar com chave de ouro, sem dúvida, a mágica aldeia de Vilar Maior. Procure a Prof.ª Delfina para as explicações e abrir o Museu, e sinta os lugares com o coração. Bem afastada dos grandes centros, esta povoação mantém uma atmosfera muito especial, e com muitos segredas para nos revelar um dia…

Mas, na verdade, o verdadeiro segredo está dentro de si… encontre-o. Os Lugares Templários poderão facilitar esse reencontro.

 

Paulo Alexandre Loução

Autor da obra «Os Templários na Formação de Portugal»


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