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O Santuário de Olímpia

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Fundação e História do Santuário

A cerca de quinze quilómetros da foz do rio Alfeu, no mar Jónico, ali onde se junta com o Cladeo, floresceu o extraordinário centro cultural, religioso e político, visível coração do mundo pan-helénico na Antiguidade, o Santuário de Olímpia. Há pelo menos 25 séculos que esta curiosa urbe foi habitada. Fragmentos de jarros proto-helénicos e restos de cemitérios testemunham a existência de importantes construções micénicas. As lendas relacionadas com o Santuário e com os seus Jogos fazem-nos remontar à mítica competição de carros entre o Rei de Pisa, Enomao, e o Rei Pélops, de cuja descendência nos chegaria depois Agamémnon de Micenas. Torna-se difícil isolar o contexto estritamente histórico do mítico. A História do Santuário de Olímpia, como a de toda Grécia, induz a uma interpretação sagrada da História, enriquecida por elementos de diversa matéria simbólica que a estreiteza sócio-economicista dos historiadores do nosso século não hesita em esquecer. Longe das nossas concepções mentais actuais, para os antigos gregos, os Deuses estavam sempre muito perto.

Não se sabe com certeza se os organizadores das primeiras competições foram os antigos habitantes da região, os pisatas, ou os dórios hélios, que sob as ordens do seu Rei Oxilon ocuparam o noroeste do Peleponeso durante o século XII a.C. No ano 776 a.C., o Rei de Elide, Ifitos, levou a cabo uma reorganização completa dos Jogos. Ifitos concertou tratados de paz com Licurgo de Esparta e Cleoscenes de Pisa. Estes tratados, gravados num disco que se guardou até ao século II d.C. no templo de Hereo, constituíram a base da sagrada trégua pan-helénica que vigorou posteriormente. No período em que durava a trégua, nenhum grego poderia pegar em armas. Ficava garantida a livre circulação através dos países que se confrontavam com as guerras civis. Ele consagrou a importância de Olímpia como salvaguarda da unidade nacional dos gregos.

Podemos dividir os anos de esplendor em dois períodos: a Época Arcaica e a Época Clássica. Durante a Época Arcaica (séculos VII-VI a.C.), o desenvolvimento do Santuário alcança um nível notável, a fama dos Jogos é confirmada e o número de visitantes aumenta. Durante a Época Clássica (séculos V-IV a.C.), as competições alcançam o seu máximo esplendor, paralelo ao do acontecimento da fundação do Templo de Zeus. O século IV a.C. caracterizar-se-á por uma intensa actividade de construção, e o estádio será objecto de reformas para alcançar a capacidade de cerca de 40 mil pessoas. Artistas como Pitágoras, Polícleto, Fídias, Praxíteles ou Lisipo, imortalizaram o lugar com as extraordinárias oferendas esculturais que habitam os edifícios sagrados e o espaço aberto de Altea.

Filósofos como Anaxágoras, Platão ou Aristóteles visitaram a cidade e gravaram os seus ecos nas ruínas reverberantes das pedras. Sofistas como Górgias ou Pródicos replicaram-lhes nestas mesmas pedras. Simónides, Bakílides ou Píndaro invocaram os heróis homéricos. Heródoto alcançou glória e fama declamando os seus Nove livros da História no mesmo Templo de Zeus em Olímpia. Todas as suas sombras ficaram gravadas na Alma da grande urbe. Ainda hoje parecem dançar em silenciosa conjunção sobre as ruínas cobertas pelo manto do tempo.

No entanto, paralelamente ao despontar do máximo brilho exterior, aparecem os primeiros indícios de decadência. Os jogos, como parte do culto dedicado à Divindade, que se supunha presente durante a cerimónia, foram interrompendo paulatinamente os seus laços com a Sacralidade, afastando-se da componente mistérica que tinha gerado todo o processo olímpico. Aparece a figura do profissional e casos de corrupção entre atletas e juízes. No entanto, durante ainda muitos séculos este centro magnético pôde aglutinar em seu redor todo o florescente mundo pan-helénico, conservando muitas das suas raízes religiosas milenares. Na época ptolomaica gera-se um estilo faustoso e exuberante, que culmina com o fim do mundo helénico e o auge romano. Os escudos dos vencidos ajaios são expostos como troféus de vitória pelo general romano, sobre as métopas do templo de Dionísio. Sila e Nero saqueiam e «trasladam» elementos e obras de arte para a populosa urbe romana. Este último torna-se «vencedor» na competição musical. Tibério e Germânico «triunfam» nas corridas de carros. E no entanto, os Jogos voltam a florescer com o imperador Adriano.

O princípio do fim é marcado pelas invasões dos érulos, em 267. As autoridades do Santuário, com o objectivo de preservar o Templo de Zeus e a sua estátua, sacrificam parte do Pórtico de Ejos, de Mitroon, dos Tesouros, e constroem uma muralha com a qual cercam o Templo e Vuleftirion. A partir daqui deixa de haver registos, mas as Olimpíadas são celebradas ainda com a participação de muitos «bárbaros».
A 291ª Olimpíada do ano 393, durante o reinado de Teodósio I, foi a última. A estátua em ouro e marfim do Senhor dos Céus é «trasladada» para Constantinopla, onde será destruída por causa de um incêndio. No ano 426 da nossa era é incendiado o Templo de Olímpia, por ordem de Teodósio II, que mandou destruir todos os templos «pagãos». Dois terríveis terramotos destruíram tudo o que se tinha salvo dos cristãos. Uma comunidade cristã estabeleceu-se em Olímpia e, no lugar onde se encontrava a oficina de Fídias, construíram uma igreja, utilizando materiais das ruínas de edifícios antigos. O nome Olímpia caiu no esquecimento. Os Velhos Deuses adormeceram.

Os edifícios do Santuário

O Pritanion

Chegou até nós na forma modificada que lhe deram os romanos e conserva muito pouco do velho edifício do século VI a.C. No espaço interior, de forma quadrada, deveria estar localizado o altar, onde ardia o Fogo de Héstia dos hélios. O grande peristilo norte e os compartimentos ocidentais eram os locais de reunião e nas camadas de maior profundidade foi encontrado o fundamento do altar geométrico de Héstia.

O Filipon

Este edifício circular, com um diâmetro de 15,24 m, foi construído depois da batalha de Geronias, por Filipe II.
As 18 colunas jónicas da ala sustentam um tecto cónico com de coração de mármore.
A parede do recinto circular era de pedra porosa, pintada por cima de cor áurea.
No interior existiam 9 semi-colunas de estilo coríntio e um pedestal semi-circular, com cinco estátuas, em ouro e marfim, da família real macedónica, obras do escultor Leojaros.

O Hereo

O templo de Hera foi construído aproximadamente por volta do ano 600 a.C., no lugar de um templo mais antigo, de meados do século VII a.C.
Era circular, com colunas em madeira, que, ao longo do tempo, foram pouco a pouco sendo substituídas por outras em pedra.
O interior estava dividido por duas colunatas em três secções. No fundo do muro, por cima do pódio de aproximadamente menos de meio metro de altura, encontravam-se os pedestais separados com as estátuas de culto da Deusa Hera entronada e do Deus Zeus, erguido com um elmo.
No século II d.C. o Templo foi convertido em tesouro público, onde se guardavam os objectos de maior valor do Santuário. Na parte oriental está conservado ainda o altar do Templo.

O Pelópion

Nesta pequena colunata eram realizadas cerimónias em honra de Pélops. Está rodeada por um recinto hexagonal com uma entrada a ocidente.
Possui um vestíbulo, de finais do século V a.C., que foi melhorado na época romana.

O Nínfeon

Foi considerado sagrado por Herodes, o asiático, perto do ano 160. No sítio mais alto, uma cisterna semi-circular retinha a água do aqueduto de Miraca, que, através de cinco condutas em forma de leão, fazia chegar a água a outra cisterna alargada que estava mais abaixo e, daí estendia-se a todos os pontos do Santuário. Era uma construção majestosa com revestimentos de mármore. A parede semi-circular superior tinha cavidades com estátuas dos membros da família de Herodes e da família imperial.

Os Tesouros

Os Tesouros eram uma série de doze pequenos templos que foram edificados nas faldas do monte Crónion, durante o século VI a.C. e princípios do V. ali eram guardadas as valiosas oferendas das cidades, especialmente das colónias. Com excepção dos Templos dos Geloon e dos Metapontion, todos os outros eram aumentados, com paredes rectangulares, vestíbulo pequeno e duas colunas entre as paredes da entrada, na fachada. Os frontões dos tesouros dos Bizantinos, dos Epidamnios, dos Cirineus e dos Megareos, incluíam decorações esculturais, com a representação de uma gigantomaquia (combate entre gigantes). Perto dali, devia existir um lugar de culto à Deusa Rea.
O pedestal com degraus que sustenta a plataforma dos Tesouros foi construído depois de 330 a.C. Igualmente posterior é a parede que existe no sopé do monte Crónion, cujo fim era reter as terras que caíam.

O Mitroon

Este Templo dedicado à Mãe dos Deuses, de estilo dórico, com 6 x 11 colunas, e 20,67 x 10,62 m, foi construído nos princípios do século VI a.C. na época romana foi convertido em Templo de Augusto.

Os Pedestais dos Zanes

Os Zanes eram estátuas de Zeus em bronze, e os seus pedestais, que se conservam diante da entrada do estádio, foram construídos com as multas que tiveram de pagar os atletas que incorriam em falta.

O Estádio

Olympia_estadioTeria de se citar três estádios, construídos sucessivamente, um sobre o outro, ampliando o anterior. O primeiro estádio monumental (II), de meados do século V a.C., era praticamente igual ao estádio arcaico (I). O estádio III foi construído em meados do século IV a.C. com superfícies inclinadas nos seus quatro lados. O terreno de competições estava rodeado por uma conduta de pedra aberta, para a água, intervalada com recipientes, e formava uma concavidade no centro dos lados alargados. A linha de partida para a meta conserva ainda as duas fendas paralelas para o apoio dos dedos e dos calcanhares dos corredores durante a sua partida, assim como os orifícios para as varas que separavam as posições para vinte corredores.
No lado sul e um pouco antes da meta foi erguido o palanque dos juízes, colocado por detrás de um recinto baixo com 14 pequenas colunas. Chegou a haver um estádio IV, na época romana, e um V (no século II), no qual se fizeram novos amontoados de terra e pela primeira vez foram colocados na colina norte, cinco séries de assentos de madeira.

O Pórtico de Ejos

Foi edificado pouco depois do ano 350 a.C., e com o grupo das 44 colunas dóricas, fechou de forma estética os limites do Santuário para leste, enquanto a parede do lado de trás foi utilizada como base para o amontoado ocidental do estádio. Tinha 96,50 m de comprimento e 12,50 m de largura, uma colunata interior de estilo jónico, e vários compartimentos armazéns no lado do estádio.

A edificação de sudeste

A sul do Pórtico de Ejos salvaram-se uma parte das fundações de um edifício com quatro divisões quadradas e com um pórtico na parte de Altea, em forma de P grego (19 colunas no lado ocidental e 8 em cada um dos lados norte e sul).
Trata-se provavelmente do Santuário de Héstia ou do Pritanion dos pisatas, do século V a.C.
A maior parte foi destruída durante a construção da casa de Nero.

Casa de Nero, Arco, Octógono

A casa foi construída ao mesmo tempo que o arco do triunfo em 67, por motivo da visita de Nero. Salvaram-se muitas divisões em redor dos peristilos, e mais para leste, um enorme edifício octogonal, com azulejos, provavelmente para banhos termais.

O Templo de Zeus

templo_zeus Olympia_imagens

Foi construído com o saque obtido na vitoriosa guerra dos hélios contra as sublevadas comunidades de Pisa e Trifilia. Durante o ano 456 a.C. foi terminada a sua construção, que deve ter durado aproximadamente 10 anos. Foi o maior Templo até então construído na Grécia.
O arquitecto hélio, Livón, utilizou como material o calcário conchoso local, com um revestimento de pó branco de mármore. As decorações esculturais e de cerâmica eram de mármore da ilha de Paros, com modificações mais recentes de mármore de Pentelis.
O Templo ergue-se sobre uma base com uma escadaria, cujo degrau superior, o pedestal, tem as dimensões de 64,12 x 27,68 m, e era acessível através de uma rampa inclinada do lado oriental. Era circular, de estilo dórico, com 6 x 13 colunas. O caminho dianteiro e o de trás tinham duas colunas entre os gonzos das entradas, assim como as métopas com baixos-relevos.
O recinto tinha no seu interior duas colunatas de dois ritmos, de sete colunatas, com a parte superior inclinada lateralmente. Pelas escadas em forma espiral, o visitante podia chegar até ali e contemplar de perto a estátua de Zeus, que era feita de ouro e marfim.
A partir da segunda coluna interior começava a cerca que rodeava e isolava do restante espaço a base da estátua e o pavimento diante dela, de pedra eleusina, onde se vertia azeite para protecção do marfim contra a humidade.
A estátua de Zeus de Fídias, a contar com a sua base, tinha uma altura de 12,40 m. O Deus, sentado num trono majestoso e coroado com um ramo de oliveira, sustinha com a mão direita Niké, e com a mão esquerda o ceptro com a Águia. O rosto, o corpo, os braços e as pernas eram de marfim, enquanto a capa e o calçado eram de chapa de ouro sustentada por um esqueleto de madeira interior. Ouro e pedras preciosas adornavam o trono de ébano, e interiormente de bronze, que tinha uma decoração escultural (Nikés a dançar, Jarites, Horas, Esfinges, Deuses, heróis de temas lendários, etc).
O Templo foi restaurado repetidas vezes. Na época helenística a superfície do caminho dianteiro foi coberta, e na época romana foi recoberta de mármore a superfície inclinada do passadiço leste.

O Vuleftírion

Era a sede do Parlamento dos hélios, a sede dos juízes, o lugar em que se julgavam as infracções ou os diferendos entre os atletas, e onde se conservavam os Arquivos dos Jogos.
Era constituído por dois edifícios semelhantes, alargados, com a recepção em forma de arco a oeste, e uma colunata interior central, datados dos séculos VI e V a.C., respectivamente. Entre eles, no recinto descoberto, estava a estátua de Zeus Orkio.
Na época helénica foi construído o pórtico oriental de estilo jónico e na época romana foi acrescentado, ainda mais a leste, outro pórtico de estilo dórico em forma de P grego.

Pórtico sul

Foi construído por volta de 356 a.C. Aberta a sul com 34 colunas de estilo dórico e com uma espécie de pequeno antepórtico com 6 colunas no centro do lado sul, era a majestosa entrada do Santuário, onde, nos anos mais recentes, eram recebidas as personalidades. Tinha um comprimento de 80 m e uma colunata interior com colunas de estilo coríntio.

Leonideon

Esta pousada foi construída em 330-320 a.C., a expensas de Leónidas de Naxo. As suas dimensões são 80,18 x 73,51 m e tem uma série de quartos em redor do pátio central com colunas de estilo dórico. Está rodeado exteriormente por uma colunata de 138 colunas de estilo jónico. Nos tempos do Imperador Adriano o seu pátio central foi decorado à maneira das casas de campo romanas, com ciprestes no centro e um lago artificial.

A Oficina de Fídias

No lugar onde foi posteriormente construída a basílica cristã, existiu a lendária oficina de Fídias, onde tantos blocos de pedra viram emergir de si a semelhança de velhos Deuses do Mundo Antigo.
Era um edifício com a mesma forma e dimensões das do Templo de Zeus. No centro, Fídias tinha colocado a plataforma com a estátua em construção, em ouro e marfim. As escavações trouxeram à luz formas de argila, uma quantidade de marfim, ossos, vidros coloridos, várias ferramentas e até mesmo um pequeno recipiente de barro com a epígrafe «Feidioemi» (de Fídias).

O Ceikoleon

Era lugar de permanência dos Oficiantes Religiosos. Foi construído em meados do século IV a.C. e tinha oito divisões em redor do pátio central com colunas. Na época romana foi-lhe acrescentado na ala oriental outro pátio com colunas e várias divisões.

As Pousadas romanas

Na parte ocidental da oficina de Fídias estendem-se as fundações de duas grandes pousadas dos séculos I e II. É possível distinguir um pátio central com peristilo e grupo de compartimentos em redor de outros pátios com piso de mosaicos e poços.

Os Banhos

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Na parte ocidental do Ceikoleon ergue-se uma fundação circular, inserida no interior de uma sala rectangular com antepórtico no seu lado ocidental. Trata-se provavelmente de uma sauna dos finais do século V a.C., que durante os anos helénicos e romanos foi convertida num monumento de um herói. Outro grupo de banhos gregos encontra-se no ângulo sudeste da Palestra. Um pouco mais a sul existe um banho de tipo romano, do ano 100. Entre este grupo e o de Cladeos existe uma piscina ao ar livre, do século V a.C., a única piscina conhecida da época clássica. Foi destruída durante a construção dos banhos termais de Cladeos. Este grupo foi o maior dos três banhos romanos do Santuário; os outros eram os chamados banhos do Sul e os banhos do Norte.

A Palestra

 

Olympia_palestra

Forma um quadrado de mais de 66 m de lado, com um pátio central com peristilo. Em redor estavam dispostas casas com espaços de exercícios, banhos, vestuários, salas de conversação para os filósofos e para os reitores, etc. Os muros exteriores eram de azulejos na parte superior, as colunas do pátio de estilo dórico e as casas de estilo jónico. A entrada principal ficava na esquina noroeste. Data do ano 200 a.C. e é relativamente anterior ao ginásio.

O Ginásio

É um espaço aberto rectangular, com mais de 200m de comprimento, com pórticos dóricos nos quatros lados e esteve destinado ao treino em competições ligeiras, corridas e lançamentos. Conservaram-se o pórtico sul e o duplo ocidental que possivelmente terá sido utilizado para o treino dos atletas durante o mau tempo. No ângulo sudeste existe um ante-pórtico com duas colunatas interiores.


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