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Será o Papa Francisco Petrus Romanus?

As profecias de São Malaquias estão envoltas em mistério. Nada se sabe com certeza. Não se sabe quem é o seu fidedigno autor ou quando foram escritas. O único facto sobre o qual podemos ter a certeza é que em 1596, Dom Arnold Wiou, um frade beneditino publicou no âmbito da sua obra Lignum Vitae, um pequeno texto com seis páginas, intitulado Prophetia de S. Malachiae Archiepiscopi, de Summis Pontifibus. Este documento constitui uma lista de dísticos ou divisas que identificam o cognome dos papas, sem identificar os seus nomes eclesiásticos. A cada papa é atribuído uma divisa que expressa um traço essencial, uma característica destes como pessoa ou como papa. Deste texto constam 112 motes. É ao último que dedicamos este breve artigo.

Porquanto, propomos fazer uma breve reflexão filosófica sobre o último mote das Profecias de São Malaquias. Diz o mote «Pedro Romano - Na perseguição final à sagrada Igreja Romana reinará Pedro Romano, que alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências, sendo que então, a cidade das sete colinas (Roma) será destruída e o formidável juiz julgará o seu povo». Este mote, como a maioria dos outros, é pouco claro. Está a profetizar o fim do mundo? O “fim da Igreja Católica, Apostólica, Romana? Será a vinda de Cristo? Será o Papa Francisco, o Pedro Romano? As perguntas são demasiadas e as repostas objectivas, nenhuma.

Para melhor entendimento dividiremos esta breve reflexão em três partes.

 

I - Pedro Romano

Como em qualquer assunto tão subjectivo, cabe a cada um concluir o que para si é verdade ou não. O facto é que é muito fácil entrar na especulação e na fantasia.
Tudo parece indicar que de facto o papa Francisco será Petrus Romanus, mas vejamos.

a) O homem, Jorge Mário Bergoglio

O 266.º Papa da Igreja Católica, Jorge Mário Bergoglio é oriundo de uma família de imigrantes italianos, da Aldeia de Portacomaro Stazione, no Piemonte. Nos anos 20, do Século XX, a família imigrou para a Argentina à procura de uma vida melhor. Jorge Mário nasceu em Buenos Aires, a 17 de Dezembro de 1936.
A vida de Jorge Mário decorre dentro da normalidade, este pertence a uma família muito unida e é especialmente próximo da sua avó Rosa. Aos 20 anos tem uma grave doença, uma pulmonite que leva à expurgar a parte superior do pulmão direito. Este é um momento decisivo na sua vida, leva-o a viver a sua vocação e aos 21 anos começa o seu longo percurso na Companhia de Jesus. Faz um percurso brilhante dentro da Igreja e nos meios académicos. 

Ingressa no noviciado da Companhia de Jesus em março de 1958. Em 1960, termina a licenciatura em Filosofia, na Universidade Católica de Buenos Aires. Entre os anos 1964 e 1966 é professor de Literatura e Psicologia, no Colégio Imaculada, e no Colégio do Salvador, em Buenos Aires. Em 1969 licencia-se em Teologia. Recebe a ordenação presbiteral no dia 13 de dezembro de 1969. Emite os seus últimos votos na Companhia de Jesus em 1973. No período de 1980 a 1986 foi reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel. Doutorou-se na Alemanha, em 1986.

Em 20 de maio de 1992, o Papa João Paulo II nomeia-o bispo auxiliar de Buenos Aires. A 3 de junho de 1997, foi nomeado arcebispo coadjutor de Buenos Aires. É nomeado arecebispo metropolitano de Buenos Aires a 28 de fevereiro de 1998. Sendo-lhe atribuído o título de cardeal no Consistório Ordinário Público de 2001.

O cardeal Bergoglio foi eleito papa a 13 de março de 2013, no segundo dia do conclave, escolhendo o nome de Francisco. Ele é o primeiro jesuíta a ser eleito Papa, o primeiro Papa do continente americano, do Hemisfério Sul e o primeiro não-europeu investido como bispo de Roma em mais de 1.200 anos.

 

b) O nome papal, Francisco

Quanto à questão do nome papal escolhido por Jorge Mário Bergoglio, parece-nos que ao escolher Francisco para honrar S. Francisco de Assis, cumpre o profetizado por São Malaquias.

São Francisco de Assis, padroeiro de Itália, foi baptizado com o nome de Giovanni di Pietro di Bernardone. Mas não é só o nome que liga Jorge Mário a Francisco de Assis, parece-nos que são guiados pelos mesmos valores e que tem muitas afinidades.

Ao pensarmos em São Francisco vem-nos à ideia o seu grande amor pela Natureza e por todos aqueles que fazem parte dela. São Francisco ensina-nos que só conseguiremos atingir esse amor pela prática das virtudes básicas: a sabedoria, simplicidade, pobreza, humildade e a caridade.

Estas virtudes universais são preconizadas por Jorge Mário Bergoglio. Este último sempre foi na sua vida pública, visto como uma pessoa humilde e simples. Era conhecido como um Cardeal no meio do povo, pois utilizava transportes públicos, especialmente o metro, em Buenos Aires. Viveu sempre em aposentos modestos e sem grandes mordomias. E assim tem vivido enquanto papa. É visto sempre entre os fiéis, no Vaticano, toca-lhes. No dia seguinte a ser eleito papa dirigiu-se ao hotel onde, até então tinha estado hospedado, para pagar a conta pessoalmente. Não quis trocar a sua cruz de ferro por uma de ouro Estas pequenas atitudes, só confirmam que dá muita importância à humildade e à simplicidade.

Não só pelas suas atitudes o papa demonstra como estas virtudes têm importância, mas também pelo seu pensamento. Há nele dois temas essenciais, o encontro e a unidade, nas suas palavras «um estado de harmonia entre os homens no qual cada um, com as próprias peculiaridades, coopera para o crescimento material e espiritual do outro, inspirado por um sentimento de amor.».

Nas palavras do papa, escolheu o nome de Francisco porque «isso reforça a minha relação espiritual com esta terra onde estão as origens da minha família.», in Angelus de 17 de Março.

Mais, disse «Alguns pensavam em Francisco Xavier, em Francisco de Sales, até mesmo Francisco de Assis. Eu conto-vos a história. Na eleição, tinha a meu lado o arcebispo emérito de São Paulo e também perfeito emérito da Congregação para o Clero, o cardeal Cláudio Hummes: um grande amigo, um grande amigo! Quando a coisa começava a estar um pouco perigosa, ele confrontava-me. E quando os votos chegaram aos dois terços, veio o aplauso do costume, porque foi eleito o Papa. E ele abraçou-me, beijou-me e disse: “não te esqueças dos pobres!” E aquela palavra entrou aqui: os pobres, os pobres. Depois, logo, por causa dos pobres pensei em Francisco de Assis. De seguida, pensei nas guerras, ao mesmo tempo que o escrutínio continuava, até ao fim dos votos. E Francisco foi um homem de paz. E assim me veio o nome dele, no meu coração: Francisco de Assis. Para mim é o homem da pobreza, o homem de paz, o homem que ama e guarda a criação; neste momento também nós temos com a criação uma relação não muito boa, não vos parece? É o homem que nos dá este espírito de paz, o homem pobre.»

Jorge Mário Bergoglio sempre, nos seus discursos e atitudes públicas, deu mais importância à essência que a exterioridade, disse «o problema não é vestir ou não uma batina, mas arregaçar as mangas para trabalhar pelos outros.». Por isso, o seu pensamento transmite que é importante não só crer naquelas virtudes, mas vivê-las, tal como incentivava São Francisco. Diz também que «A Igreja existe para comunicar a Verdade, a Bondade e a Beleza, in persona

Por tudo isto, pensamos que estes homens estão unidos por um pensamento comum e pelo nome.

 

c) Brasão

Um dos elementos, que tradicionalmente é analisado para saber se o mote se concretiza é o brasão do Papa.
Quando foi nomeado Cardeal, Jorge Mário escolheu um brasão que foi adaptado quando este foi eleito papa, mas mantem a sua essência. Um brasão com um fundo azul. A cor azul simboliza o firmamento e o manto de Nossa Senhora. Também significa também a justiça, serenidade, fortaleza, e nobreza. No topo tem o símbolo da Companhia de Jesus: o sol circundado de raios, tendo impressa dentro dele a Sigla IHS (o trigrama de S. Bernardino de Sena: Iesus Hominum Salvator, «Jesus salvador dos homens»). Inclui também os cravos da paixão. O sol (radiante de 16 pontas retilíneas e de dezasseis pontas ondeantes, alternadamente) representa Jesus Cristo, o “Sol da Justiça, sobreposto pela cruz, que sendo encarnada simboliza, o fogo da caridade inflamada no coração do papa pelo Divino Espírito Santo, que o inspira directamente do governo supremo da Igreja. Os cravos, enquanto instrumentos da paixão, lembram a nossa redenção pelo sangue de Cristo e a sua cor negra, representa a sabedoria, ciência, honestidade e firmeza. Em baixo à esquerda uma estrela de oito pontas, e à direita uma flor de nardo, símbolos respectivamente de Nossa Senhora e de São José. O lema é “Miserando atque elegendo” (Teve piedade dele e escolheu-o). O lema foi retirado das homilias de São Beda, o Venerável, que, comentando o Evangelho de São Mateus, escreveu "Vidit ergo lesus publicanum et quia miserando atque eligendo vidit, ait illi Sequere me" ('Viu Jesus a um publicano e como o olhou com sentimentos de Amor, o elegeu e lhe disse: Segue-me” quando Jesus vê este cobrador de impostos chama-o para ser seu discípulo. O teólogo Inos Biffi afirma que significa “não ambiciones coisas terrenas; não procures lucros efémeros; foge honras mesquinhas; abraça de boa vontade todo o desprezo do mundo em visitada glória celeste; sê útil a todos; ama as injurias e não procures ninguém, mas suporta com paciência as que recebeste; procura sempre a glória do criador e nunca a tua própria. Praticar estas coisas e outras parecidas significa seguir as pegadas de Cristo.”.

Os elementos externos do brasão expressam a jurisdição suprema do papa. As duas chaves, uma de ouro e a outra de prata são símbolos do poder espiritual e do poder temporal. E são uma referência do poder máximo do Sucessor de Pedro. É dito no Evangelho de São Mateus, que Jesus disse a Pedro: "Dar-te-ei as chaves do reino dos céus, e tudo o que ligares na terra será ligado no céu, e tudo o que desligares na terra, será desligado no céu" (Mt 16, 19). A mitra pontifícia usada como timbre, e as suas três faixas de ouro, significam os três poderes papais: Ordem, Jurisdição e Magistério. O pálio papal simboliza o papa como pastor universal do rebanho que lhe foi confiado por Cristo.

Não parece, por este elemento que possamos dizer que é o Pedro Romano.

Por tudo o supra mencionado, parece que Jorge Mário Bergoglio, papa Francisco cumpre o mote, pelo menos no que se refere a Petrus Romano. Pois, a sua família é de origem Italiana. O nome Francisco escolhido em honra de São Francisco de Assis, de seu nome Giovanni di Pietro di Bernardone, Padroeiro de Itália, parece concluir que será Pedro Romano.

 

II - Na perseguição final à sagrada Igreja Romana reinará Pedro Romano, que alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências

Analisamos agora a segunda parte do mote. «Na perseguição final à sagrada Igreja Romana reinará Pedro Romano, que alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências.». Basta estarmos um pouco atentos às notícias que chegam do Vaticano, para compreender as óbvias turbulências que enfrenta.

Mas vejamos, com brevidade algumas questões pertinentes, neste momento. A exigida reforma da Cúria Romana – o governo da Santa Sé – para uma relação mais directa com o papa, sem mediação da Secretaria de Estado do Vaticano, pois esta cria uma ideia de separatismo entre o “rebanho” e o seu “pastor”.

O Escândalo do Vatileaks, em 2012, documentos reservados da Santa Sé foram publicados pela imprensa. Trouxe à tona os conflitos existentes entre os cardeais e outros membros da Cúria Romana. Lançou um clima de suspeição na Santa Sé.

Os escândalos da pedofilia, em que quotidianamente vamos tendo conhecimento de novos casos dentro da Igreja e ao mais alto nível.  

O escândalo económico do IOR, o Instituto para as Obras de Religião. As finanças do Vaticano. A exigida transparência pedida do interior e exterior da Igreja. Inclusive, existiu uma reforma, em que foram afastados quem pedia transparência e permaneceram os que estavam sobre suspeita. O momento infeliz imediatamente antes da eleição do novo papa. É um tema tabu.

Uma questão importante será o diálogo com o Islão e o Judaísmo, pois vivemos numa época de fundamentalismos. E os problemas de comunicação e os males entendidos, fazem aumentar um clima de tensão.

Algumas das questões que dominam a actualidade como o sacerdócio feminino, casamentos homossexuais, o aborto, a eutanásia, levam ao aumento de tensão no interior da Igreja entre os progressistas e os tradicionalistas.

Existe ainda, e o futuro dirá se será ou não um foco de tensão, a coabitação entre dois papas, facto inédito na história da Igreja Católica.

Acima de tudo, há uma falta de claridade em temas muitos escuros, parece óbvio que esta parte do mote está concretizada. E a turbulência não é apenas externa, mas interna, em graus nunca antes vistos, ou pelo menos que até agora não tínhamos conhecimento.

 

III - Sendo que então, a cidade das sete colinas (Roma) será destruída e o formidável juiz julgará o seu povo

Terceira parte do mote é a mais delicada e a de mais difícil análise objectiva.

Vamos iniciar a reflexão pelo essencial de qualquer profecia, será que o futuro já está escrito? Se interpretarmos de uma forma restrita as profecias, sim. No nosso humilde entender, não nos parece. O futuro não está escrito, é um potencial. O que o profeta capta é o potencial, baseado no momento presente. O futuro depende do que fazemos no presente. E implica, claro, o livre arbítrio que, por sua vez, implica acção. O universo é dinâmico e não estático.

Toda a Natureza é regida por ciclos. Tudo nasce, vive e morre. As civilizações não morrem de um momento para o outro, transformam-se. Tudo se submete ao nascimento, morte e regeneração. A morte é necessária para haver essa regeneração.

Se falamos em ciclos temos de falar também nas Eras Astrológicas. É sabido que o Sol, em cada 2160 anos aproximadamente, ocupa uma determinada casa zodiacal. Actualmente, estamos numa época de transição entre a Era de Peixes e a Era de Aquário, não há uma data que seja aceite por todos, e como este não é o objectivo deste breve artigo, vamos partir da premissa que estamos numa época de transição. Já não estamos na época de Peixes, porém ainda recebemos algumas das suas influências, mas também não estamos completamente na Era de Aquário, no entanto também recebemos as suas influências. A Era de Peixes começou com Cristo. É caracterizada por uma perpétua revolução e uma efervescência de povos e culturas. Peixes(1) é um signo mutável, de energia mística e religiosa, e o cenário ideal para uma religião que, não permite outros cultos. É um cenário muito semelhante ao Islão (nascido sob o mesmo signo). Tentaram superiorizar-se e tornar-se exclusivos.

O fim da Era de Peixes tende para a decomposição do fim dos tempos. Como tal, caracteriza-se por uma perda total dos valores permanentes, e por outro lado uma procura, um desejo de retorno às origens. Demonstrando bem a dualidade deste signo. É possível observarmos este padrão, pois estamos a vivê-lo, a dissolução completa do mundo através de um fenómeno universal que diz respeito a todo o planeta. A Aldeia Global permite constatar que, realmente como muitos preconizam, estamos numa nova Idade Média. Mas também é o fim destes tempos, que nos permite encetar um Novo Mundo e um Novo Homem. E daí ser uma Nova Era, a Era de Aquário.

A Era de Aquário glorifica a verdade e a liberdade individual, em detrimento do dogma e do controlo dos líderes colectivos e paternalistas. Quando se fala na Era de Aquário, fala-se muitas vezes na Era da Liberdade, mas deve-se focar também a importância da responsabilidade individual, que acompanha necessariamente essa liberdade. O cenário onde vai desenrolar-se esta Nova Era será na psique humana. As Revoluções e as Guerras serão interiores e poderão resultar em guerras exteriores de ruptura e revolução social, religiosa e económica. Em contraposição com as Revoluções que aconteceram na Era de Peixes: Francesa, Americana, Industrial, etc.

Parece-nos que a verdadeira liberdade, que tanto se preconiza e fala, e o nosso real poder e liberdade, é o modo como lidamos interiormente com o que acontece no exterior. É a única realidade que podemos de alguma maneira controlar, trabalhar e modificar, a nossa realidade interior, que consequentemente e a posteriori modificará o exterior, mas aí as mudanças não são tão óbvias e rápidas. Por isso, a mudança axial será na percepção humana. Até agora, onde a tradição e a fé cegas nos guiaram, reinará a inovação. Haverá uma crescente necessidade profunda e colectiva de “conhecer” a Deus directamente e sem intermediários. E acreditamos que, para muitos, em especial para os poderes instituídos, será o fim do seu mundo. Será que era este o fim que as profecias preconizavam? Talvez. O facto é que o mundo mudou. E implica a morte do velho para o nascimento de um novo paradigma. O mesmo acontecerá com a Igreja Católica, não há religiões eternas. Caminhamos para uma era em que já não serão necessárias religiões organizadas, mas não quer isto dizer, porque existe livre-arbítrio, que muitas pessoas não escolham pertencer a Igrejas, isso é liberdade, mas já não são é necessárias, se é que alguma vez foram.

Estamos a viver um período de crise, de crise de valores e de falta de ideais. A Igreja Católica não está a conseguir responder aos anseios das pessoas. E caminha a passos largos para o seu fim. Mas será que as Profecias de São Malaquias se vão concretizar? Para tal acontecer é necessário que o papa Francisco seja o último papa. É pouco provável, no momento actual, que assim seja. Mas, é impossível saber o que o futuro nos guarda, até porque depende do que façamos hoje. Poderá o papa Francisco tomar atitudes que possam levar ao fim da Igreja, não é de todo impossível.

Ou poderá realmente, São Malaquias ter profetizado o fim da Igreja como ele conhecia, e o papa Francisco dar um tal alento à Igreja que ela se transmute e renasça. Também é possível. Nas palavras do papa Francisco: «Pede-se à Igreja uma contínua conversão – Ecclesia sempre reformanda - A Igreja está sempre em reforma – E esta transformação dá-se de diversos modos no decurso do tempo, sem alterar o dogma. No futuro, haverá modos diversos de adequar-se às novas épocas, como hoje existem modos distintos dos anos do absolutismo.».

Concluindo, o futuro está ser desbravado perante os nossos olhos, e só ele dirá o que sucederá ao papa Francisco e à Igreja Católica. Nas palavras de São Francisco de Assis, “Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado... Resignação para aceitar o que não pode ser mudado... E sabedoria para distinguir entre uma coisa da outra.”.


Margarida Mourão
Junho 2013

1. Na Mitologia fala-se dos peixes que salvaram Vénus e Cupido de um ataque de Tífon e que, como recompensa, Vénus, os fez subir ao céu sob a forma da constelação que possui o seu nome. A influência de Vénus emerge na busca do Amor e Compaixão que caracteriza este signo e a Era.

 

 

 

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