Limpeza ecológica na Peninha – Sintra

No passado dia 6 de Novembro, uma equipa de voluntários da Nova Acrópole Lisboa deslocou-se até à Peninha, em plena Serra de Sintra, para uma actividade ecológica de limpeza e plantação de árvores. Esta iniciativa foi realizada durante o período da manhã e em parceria com a Quercus. Depois de um almoço partilhado, foi feita uma alocução sobre o santuário da Peninha e uma tertúlia subordinada ao tema “Filosofia e Ecologia”, na qual foi partilhada a ideia que a abordagem à ecologia, necessita de uma consciência mais profunda do nosso papel e do nosso lugar como seres humanos na natureza.
O Simbolismo da Flor de Lótus - Ciclo Doutrina Secreta

No passado dia 4 de Novembro, o espaço D.Dinis contou, mais uma vez, com a presença de muitos interessados na obra «A Doutrina Secreta» de H. P. Blavatsky, tendo tido a oportunidade de assistir a mais uma conferência integrada no Ciclo «A Doutrina Secreta de H. P. Blavatsky “Simbologia Arcaica”». Desta vez, o tema desenvolvido pelo Professor José Carlos Fernández, Director da Nova Acrópole Portugal, foi “O simbolismo da Flor de Lótus”.
A exposição entusiasmada e repleta de elementos significantes permitiu-nos compreender a importância e dimensão que Padma (Lótus em sânscrito) sempre teve, ao longo da História das civilizações, desde as primeiras representações artísticas e, portanto, simbólicas.
Ficou-nos a imagem de excelência, da flor de lótus surgindo da lama, em resposta à chamada do Sol. Lutando contra as correntes da água lamacenta, alimenta-se da convocação luminosa, cresce e abre as suas pétalas no Ar.
Assim é o discípulo, ou seja, aquele que se compromete consigo próprio e com a sua necessidade de crescer.
O discípulo (a flor de lótus), na lama (no corpo, na matéria, no mundo dos sentidos) sente a chamada interna do Sol (da Sabedoria), e ergue-se num impulso de Vontade, com a certeza de que o caminho não é cómodo. Luta, ainda na Água (no mundo psíquico), passando por dificuldades e resistências. Fortifica o seu caule, aumentando a sua capacidade de se manter de pé (a integridade); e apenas poderá abrir as suas pétalas (despertar as suas virtudes) no Ar (mundo mental), iluminado pelo Sol (luz espiritual), pois se o fizer na Água (mundo psíquico) morre (mata a oportunidade).
Compondo a imagem, musicando-a, paira o movimento do Lótus, abrindo-se e fechando-se ao ritmo da Natureza, recordando a sucessão que tudo abarca.
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