Desta feita o café filosófico foi servido no café Vianna, e o tema celebrado “Espiritualidade”.

Iniciou-se a noite nas palavras do professor Henrique Cachetas, contos para inspirar o momento presente.

Entre os quais, um sobre a tradição Zen: “Estavam dois monjes a lavar roupa no rio, e um escorpião entra no rio e quase se afoga. Um deles entra para o salvar e é picado. A cena repete-se, e o outro monje curioso questiona o porquê da ação do colega. Ao que este serenamente responde: “cada um faz aquilo a que lhe corresponde, o escorpião pica, o ser humano tem compaixão”. Como parte do esquema da natureza, tudo o que é próprio do homem deve-nos trazer plenitude.

Falou-se de Ser e de Ter. O ser que é essência, duradouro; o ter material, efémero.
De amor celeste e de amor terrestre. Amor celeste associado ao “dar”; amor terrestre associado ao “querer”.
De religião e de sagrado. Religião, do latim “religare”, entre o homem e a sua essência. Sagrado, simbólico, profundidade de sentido e elevação das coisas.

E foi com sentido que cada um dos presentes foi convidado a segurar e partilhar a chama de uma lamparina, símbolo de luz, clareza, sabedoria.

Seguimos com esta proposta para um momento de diálogo entre grupos formados. Após apresentação das ideias que retiveram, abertura a discussão entre todos.

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