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O 2º Concílio Budista em Vaisali


O segundo concílio, também chamado de reunião dos 700 monges, foi um dos momentos mais críticos da história do budismo. Dali surgiu uma divisão que se foi alargando paulatinamente. Como qualquer acontecimento no budismo, esta divisão foi pacífica, não houve lutas, perseguições, nem hereges.

Neste concílio consolida-se a posição dos anciãos que defendiam a tradição e a disciplina Vinaya. Abre-se a ruptura com os monges renovadores e inicia-se um processo que terminará com o primeiro cisma, a divisão entre os THERAVADINS (os ansiãos) e os MAHASANGHIKAS (o grande grupo, dos que se juntam às multidões). Alguns historiadores interpretaram esta divisão como sendo similar à dos Mencheviques e dos Bolcheviques. Os que se auto-denominavam maioritários (Mahasanghikas, Bolcheviques), apenas representavam uma minoria, enquanto os outros eram a maioria.

 

buda

 

Há que admitir uma vontade explícita de abrir-se às multidões no Mahasanghika. As opiniões dividem-se entre os autores de ambas as grandes seitas. Só nos últimos anos do século XX houve alguma aproximação. Todos os congressos que se realizaram modernamente chocaram com a barreira cultural.

Ao mesmo tempo pode-se dizer que o compromisso com a Verdade Histórica, não é o forte dos Budistas. Jorge Luis Borges, num livro muito bom sobre o tema assinala a fragilidade dos conhecimentos históricos nos grandes fundadores das religiões. O aspecto simbólico é mais importante do que o cronológico para os orientais. Ao mesmo tempo Edward Conze assinala que o Corpo Doutrinal e o Corpo Glorioso de Buda são mais importantes do que o seu corpo físico e a sua história cronológica.

 

"O segundo concílio, também chamado de reunião dos 700 monges, foi um dos momentos mais críticos da história do budismo."

 

ANTECEDENTES

Cismas e subversões:
Na vida de Sidharta Gautama houve diferentes tentativas de cisma. Devadatta, os Chabaggiyas e os Kosambikas.

Devadatta, filho de Koliyan Suppabudha e irmão de Yasodhara ganhou a confiança do rei de ASATASTRU devido aos seus poderes milagrosos. Tentou destronar Sidharta Gautama dentro da Sangha, contratou assassinos e chegou inclusivamente a organizar que fosse solto um elefante enloquecido no seu caminho.

Propôs as chamadas “Cinco Práticas” que consistiam num severo ascetismo semelhante ao dos sandhus.

As cinco práticas eram:

  1. Que os monges se vestissem de farrapos.
  2. Que dormissem sob a intempérie.
  3. Não comessem peixe.
  4. Não entrassem nas aldeias.
  5. Não aceitassem convites para irem a casas.

O seu propósito era conseguir a adesão de jovens monges e provocar um cisma, com o argumento de que Sidharta Gautama não era suficientemente escrupuloso e que estava a suavizar o ensinamento.

Chegou a presuadir: KAKALIKA, KATA MORATISSAK, KANDA DEVI YAPUTTA, SAMUDATTA, a monja THULLANANDA e os devotos laicos DANDAPANI y SUPPABUDHA (por afinidade familiar).

Foi condenado a passar um Kalpa nas regiões infernais, para logo surgir como um Pratyeka Buda.

Vaisali:
Vaisali foi importante na vida de Buda e no budismo.

Num momento da sua peregrinação, Sidharta foi chamado à cidade de Vaisali devido a uma epidemia. Disse-se que ainda mal tinha chegado a peste desapareceu e que os doentes se curaram de imediato. Ali declamou o Ratana Sutra, convertendo um grande número de cidadãos e voltou a Rajagrha onde passou a 3ª estação das chuvas.

Nesta cidade é onde aceita o convite de uma famosa cortesã, AMBAPALI, que lhe oferece um parque à Sangha. Alguns autores quiseram ver nesta aceitação um paralelismo, ou até a história original que mais tarde daria lugar ao mito de Jesus e Maria Madalena.

Uma característica da cidade de Vaisali era a sua forma de governo republicana, na realidade era uma confederação de cinco tribos diferentes.

Os seus habitantes eram prósperos comerciantes. Um acentuado sentimento de independência estendia-se a toda a população.

Vaisali é a pátria de um famoso budista laico, Vimalakirti.

Havia ao mesmo tempo uma diferença de valores com o resto da Índia. Ali o dinheiro era muito bem visto, a esmola em moedas não parecia ofensiva.

 

templo budista

Templo Budista - Wat Chaiwatthanaram

 

CAUSAS

Passado um século da morte de Buda e do concílio de Ragrja, não havia já Shomones, os discípulos que haviam conhecido Sidharta Gautama. Nesse tempo o ênfase era posto na perservação do ensinamento. Os discípulos que sabiam mais sutras de memória eram os que mais progrediam na Sangha.

Um fenómeno novo na História conhecida é a vida monástica. Até esse momento na Índia, os Brahmanes, Sandhus, yogis e os diferentes buscadores da iluminação viviam de forma independente, alguns nos templos e outros nas suas casas. Muitos tornavam-se anacoretas ou mendigavam pelos caminhos. Mas não havia uma regra específica. Sim, existiam, evidentemente, as Leis de Manu.

Mas a Sangha é uma novidade pela sua disciplina particular. Na realidade a vida monástica como a praticada pelos Budistas era estranha. Causou problemas na Índia e na China. Muitas das perseguições imperiais foram causadas porque os camponeses e soldados voltavam-se em massa para os mosteiros e punham em perigo o sistema económico-político.

Há uma série de autores que crêem que os Essénios, que viviam em comunidade, foram uma seita budista na Galileia. A forma de “matrimónio-branco” de Maria e José, a vida modesta e sem luxos dos Essénios e que o Cristianismo toma do budismo os seus preceitos fundamentais, como o amor a todos os seres, perdoar até aos inimigos, oferecer a outra face, etc.

A expansão da Sangha obrigava a entrar em contacto com povos e geografias muito hostis. Com o tempo muitas regras de Vinaya tornaram-se mais tarde impossíveis de cumprir. A realidade do momento do 2º Concílio não era essa. Isso ocorria no território da Índia.

Pode-se assinalar uma tendência centrípeta e outra centrífuga na Sangha. Que carecia de estrutura e sistema de controle. A focalização para o centro, fundamentava-se claramente nos ensinamentos do Tathagata. Por outro lado, a inclinação da população laica tinha uma componente de compaixão e outra de tipo religioso.

Não há que esquecer que a Índia havia sido submetida à tirania da Casta Brahmanica. Basta recordar os detalhes que H. P. Blavatsky viu e conta em Pelas Grutas e Selvas do Industão. Os Brahmanes tinham um domínio de tipo levítico sobre a população. E na consciência colectiva permanecia também a necessidade de uma intercessão religioso-supersticiosa para o bem-estar das pessoas.

Hoje os budistas do Mahayana e do Hinayana partilham uma degradação face à religião que os iguala.

Naqueles tempos houve um grupo maioritário decidido à realização pessoal e à busca da Iluminação para cada um. Com o tempo foi-se perdendo, diluindo-se no aspecto religioso, na intercessão e nas súplicas.

 

"Passado um século da morte de Buda e do concílio de Ragrja, não havia já Shomones, os discípulos que haviam conhecido Sidharta Gautama. Nesse tempo o ênfase era posto na perservação do ensinamento."

 

As 10 propostas dos monges de Vaisali
Estas propostas foram recompiladas por Bu Tson baseando-se na MULA SARVASTI VADA VINAYA.

Não existe nenhum acordo em relação ao que realmente significam, é um exemplo de dados históricos que não podem ser interpretados sem conhecer os eventos, alienações e tradições da época.

  1. SINGILONA  KAPPA - Conservar e transportar sal
  2. DVANGULA  KAPPA - Comer depois do meio-dia
  3. GAMANTARA  KAPPA - Tomar uma segunda refeição
  4. AVASA  KAPPA - Peregrinar entre mosteiros da mesma congregação       
  5. ANUMATI  KAPPA - Establecer actos litúrgicos e em seguida pedir autorização.
  6. ACINNA  KAPPA - Usar precedentes como autoridade.
  7. AMATHITA KAPPA - Beber leite fora das refeições.
  8. JALOGIM PATUM - Beber suco de palma em processo de fermentação.
  9. ADASAKAM  NISADANAM - Usar manta sem bainha para sentar-se.
  10. JATARU  PARA  JATAM - Aceitar esmolas em ouro e prata.

DESENVOLVIMENTO

Conta-se que muito tempo após terem sido adoptadas estas disposições pelos monges de Vaisali, aconteceu passar pela cidade o monge ancião YASA que observou estas atitudes.

Segundo a sua versão (de Yasa Stavira) os monges utilizavam falsas tradições, como transmitir que nos tempos de Buda os monges recebiam de comer duas vezes ao dia, roupas, respeito e veneração; mas agora com a passagem de Buda para o Nirvana eles necessitavam de ajuda, dinheiro para a Sangha. O dinheiro resultante era repartido entre os monges. E o próprio Yasa Stavira foi convidado a receber uma parte.

Perante a sua indignação os monges tentaram desacreditá-lo, ameaçaram-no com a expulsão da Sangha.

Deveria pedir perdão. Então dirige-se à população de Vaisali e defende a sua postura. A maioria das pessoas inclina-se a seu favor e abandona os monges corruptos. Os monges pronunciam o UKEPANIYA KAMMA, ou acto de suspensão sobre ele.

Para Yasa Stavira não houve outra alternativa senão apelar à Sangha.

Foge para KAUSAMBI onde forma um grupo de monges que o apoia e envia mensageiros a PAVA e AYANTI.  
O próprio se dirige a AHOGANGA para encontrar-se com o venerável SAMBUTA SANVASI. Ao mesmo tempo, 60 monges de Pava, 88 de Avanti e outros de diferentes cidades do Oeste reunem-se na colina de Ahoganga.
Neste conclave decidem que o tema é suficientemente sério para chamar STAVIRA REVATA de SOREYA.

Revata é o líder virtual da Sangha e o conhecedor das AGAMAS, do DHARMA e das MATRKAS de Vinaya.

Revata já havia intuído o problema e tratou de manter-se à margem, saindo da cidade antes da chegada dos mensageiros. Estes seguem-no até SAHAJATI.

Ali Stavira Yasa pergunta-lhe por cada um dos pontos, quando Revata declara cada um como ilegal, manifesta-lhe que essas regras poderiam generalizar-se. Nesse momento Revata acede a intervir.

Entretanto, os monges de Vaisali chegam a Sahajati com grandes presentes para Revata com a intenção de atraí-lo para o seu lado. Só conseguem convencer o monge UTTARA, assistente de Revata. Quando o primeiro tenta influenciar Revata este despede-o do seu serviço.

Enquanto isso, o ancião SALHA de SAHAJATI duvidava se os monges do Oeste ou PATHEYAKAS ou os do Este ou PACINAKAS estavam de acordo com o Vinaya.

Os monges dissidentes tratam de obter o favor do Rei KALASOKA de PUSHPAPURA. Convencem-no de um plano subversivo por parte dos monges ocidentais. Com o tempo o Rei decidiu não interferir.

Reunem-se 700 monges de MATHURA, SAMKASYA, KANYAKUBJA, SRAVASTI e SAKETA.

Segundo o MAHASANGHIKA VINAYA este número incluia também monges em instrução e alguns com a instrução incompleta.

Não se elegeu um presidente, de qualquer forma SABBAKAMIN, como era o mais velho foi reconhecido como SAMGHA THERA.

A tradição Pali e os relatos de DHARMAGUTPTAKA, MAHISASAKA e dos SARVASTI VADINS, dizem que o líder do concílio foi Revata Stavira.

A versão chinesa atribui a direção a SAMBHTA SANVASI.

Bu Tson disse que foram SABBAKAMIN e KUJJASOBHITA.

O Cullavagga disse que foi um monge ansião chamado AJITA.

No começo armou-se uma grande confusão e alvoroço. Os monges discutiam gesticulando e não escutavam nada.

Revata Stavira propõe a formação de um comité de 4 monges do Este e 4 do Oeste.

Pelo Este: Sabbakamin, Salha, Kujjasobhita e Vasabhaga Mika.

Pelo Oeste: Revata, Sambuta, Yasa e Sumana.

Como moderador ou “testemunha sentada” foi eleito Ajita.

Revata pede permissão para questionar o venerável Sabbakamin e faz-lhe as 10 propostas como perguntas.

Revata            É permitido guardar sal num recipiente?
Sabbakamin    O que significa guardar sal num recipiente?
Revata            Guardar sal para quando não houver.
Sabbakamin    Não, não está permitido.
Revata            Onde foi proibido?
Sabbakamin    En Sravasti, no Sutta Vibbanga

Esta oferta em particular era muito ofensiva para o resto dos monges devido a que a obrigação de mendigar todos os dias por comida, implicava a aceitação de uma situação de insegurança. Não conservar o sal tem mais a ver com o hábito de aceitar a fragilidade do mundano e a sua entrega total ao Dharma. Só podiam tomar uma refeição durante o dia até ao meio-dia e deviam mendigá-la. Apenas cem anos de Sangha implicava também que muitas pessoas não lhes dessem, nem esperariam dar-lhes comida. Não era uma religião senão um grupo de filósofos  buscadores, mais assimiláveis para o povo aos beatos e sadhus que viam diariamente.

E assim as dez propostas. Dessa forma, foram declaradas todas ilegais, menos a referida a usar precedentes como autoridade e legitimidade, que foi considerada válida, às vezes. Esta resolução foi dada a conhecer à assembleia e aprovada.

De seguida, recitaram juntos o Vinaya Pitaka.

CONSEQUÊNCIAS

A crónica de Dvipavamsa diz que os monges de Vaisali continuaram com as suas práticas.

A tradição dos Mahasanghikas diz que este concílio (ou outro, uma vez que não deve ter sido necessariamente o único) decorre em Pataliputra, sob a proteção de ASOKA, para inspecionar as propostas de MAHADEVA.

Os historiadores crêem que o concílio de Pataliputra vem a ser o terceiro. A proximidade no tempo favorece a confusão. E ao mesmo tempo a relação surge como causal.

HIUEN TSANG relata sobre a reunião de 500 Arhats y 500 seguidores de Mahadeva.

YUAN CHWANG fala de 10 000 monges reunidos. Provavelmente há uma confusão também entre os reis Asoka e Kalasoka.

Mahadeva era filho de um Brahman de Mathura, que se converteu no líder da Sangha em Pataliputra.
As cinco propostas de Mahadeva:

  1. Um Arhat pode cometer pecado por tentações inconscientes.
  2. Pode-se ser um Arhat sem o saber.
  3. Um Arhat pode ter dúvidas em assuntos da doutrina.
  4. Não se pode obter o conhecimento sem um Mestre.
  5. O caminho consegue-se de surpresa (de repente).

Na realidade é por estes 5 pontos que surge o cisma do Mahasanghika e do Theravada.

Num sentido metafísico as atitudes dos monges Vajji de Vaisali não são importantes. Segundo Rhys Davids a razão das atitudes dos monges de Vaisali era cultural e económica. Mas os pontos de Mahadeva correspondem aos da doutrina.

G.C.Pandey crê que havia entre os Theravadins certos falsos Arhats e Minayef supõe uma época de debilidade na Sangha provocado pelo cisma.

Certos autores mencionam a deterioração do conceito Arhat, que se podia estender aos que memorizavam textos. Com o qual se assemelhavam aos cristãos medievais.

As propostas de Mahadeva propõem uma ruptura com o conceito de autoridade e unidade da Sangha.

Se alguém pode ser um Arhat sem o saber e também pode ter dúvidas doutrinais…todos podemos estar a ser, inadvertidamente, Arhats. Que maravilhosa sensação! O Budismo passa de busca filosófica a uma ascese religiosa.

Ao necessitar de um Mestre asseguram a continuidade da Sangha.

A partir dali podemos encontrar os generosos impulsos de chegar a todos os seres e à mentecapta religiosidade que repete uma frase milhões de vezes.

A imagem do Mahayana era de um carro com várias pessoas puxado por bois, enquanto que o Hinayana era um pequeno carro individual puxado por um carneiro. Esta divisão posteriormente radicalizada, e o 3º concílio de Pataliputra, surgem da desavença do concílio de Vaisali.

LUGAR NO TEMPO E ESPAÇO

Segundo a TRADIÇÃO PALI ocorre 100 anos depois da morte de Buda. Apoiado pelos MAHISASAKAS, os DHARMA GUPTAS e posteriormente FA HIEN.

Os SARVASTIVADIN afirmam que ocorreu 110 anos depois da morte de Buda. Apoiado por HIUEN TSANG.

VASUMITRA diz que ocorreu sob o reinado de Asoka.

Os STHAVIRAS dizem que foi 160 anos depois do Nirvana, em Pataliputra, sob o reinado de Asoka.

Os SAMITIYAS afirmam que ocorreu 137 anos depois da morte de Buda, sob o reinado de Nanda.

Quase todos falam das 5 propostas de MAHADEVA, mas poucos referem os monges de Vaisali.

O mosteiro onde se realiza também suscita controvérsias historiográficas.

Segundo a Tradição Pali foi em VALUKARAMA, corroborado por Mahasanghika Vinaya.

DIPAVAMSA diz que foi em KUTGARASALA.

Bu Tson, por seu lado, diz que ocorreu no mosteiro de KUSUMUPURA.

FONTES

A fonte mais antiga é o CULLAVAGGA  do VINAYA PITAKA (Canon Pali).

Assim como o VINAYA  KSUDRA  KAVASTU que é uma tradução tibetana do SARVASIVADA VINAYA.

Outras fontes seriam: BHAVYA, VASUMITRA, VINITADEVA e YUAN  CHWANG.

No Canon Pali costuma haver confusão sobre o cisma dos MAHASANGHIKAS, que se transmite em alguns textos ao Segundo Concílio. Isto não é exacto. A crise da expulsão dos monges permissivos de Vaisali inicia um processo que quebra a homegeneidade da Sangha e prepara na mente dos monges a possibilidade de uma visão, e decisão, democrática. Isto, por sua vez, habilita moralmente os monges que, de seguida, criaram o Mahasanghika.

 

Víctor Hugo Cuenca Ubieta

 

BIBLIOGRAFIA

BESANT, Annie; Siete Grandes Religiones.
BLAVATSKY, Helena Petrovna; Glosario Teosófico.
BORGES, Jorge Luis; Que es el Budismo.
CONZE, Edward; Historia del Budhismo.
DAISAKU, Ikeda; Budhismo, el primer milenio.
LIVRAGA, Jorge Angel; Simbología Teológica.
POUSSIN, Luis de la Vallee; Concilios Budhistas.
RHYS DAVIDS, T.; Historia y literatura del Budhismo.
SUZUKI, Daizet Teizao; Sinopsis de Buddhismo Mahayana.
THAKUR, Amarnath; Buddha and Buddhist synods in India and abroad.


 

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