Actividade realizada pela Nova Acrópole de Braga

(notas soltas – por Carla Duarte)

Ferramentas para desconstruir o tema: conceptualizar; problematizar; exemplificar; contra-exemplo; analisar; refutar; definir. Iniciamos por explorar cada um dos “subtemas” – Inteligência e Artificial, para mais tarde entender o conjunto.

>Inteligência Colocamos questões à inteligência: Para que serve? Como se manifesta? Existem plantas inteligentes? Vários tipos de inteligência? Existe inteligência sem aprendizagem?

Algumas conclusões: ajuda a efectuar melhores escolhas; resolver problemas; sobrevivência; memória; aprendizagem. Surgiu rapidamente uma nova questão: Qual a relação entre inteligência e aprendizagem? Existe observação pura? (podemos questionar tudo?) … preciso inteligência para aprender? (exemplo das plantas que comunicam e aprendem)

E desta outras: … é possível desenvolver inteligência? Existem graus e tipos de inteligência? Compreendeu-se que a inteligência ajuda nos seguintes pontos: aprendizagem; adaptação; comunicação; resolução de problemas; formação de conhecimento. E que se desenvolve, praticando. (exemplo da inteligência emocional: resolução de problemas emocionais; desenvolvimento de interação e empatia)

Lançou-se uma questão inteligente: “se o problema é uma resposta inteligente ou a solução um problema disfarçado?”. > Artificial O que é? Algumas respostas: o que não é natural; o que é manipulado pelo homem; Mas algo existe que o que não obedece às leis da natureza?

> Inteligência Artificial Questão: … um atalho de aprendizagem? Onde se manifesta? Substitui os humanos? … será consciente dos próprios erros? … consciente? Exemplos de Inteligência Artificial: software (robots, computador, automóvel); jogo de xadrez ganho por uma máquina. Ficou no ar: Como sabemos que não somos máquinas programadas por alguém?

Falou-se de limites para a utilização da Inteligência Artificial. O que os define? Limites que impeçam que a Inteligência Artificial manipule o Homem. Limites geridos pela ética. Inteligência Ética.

“Concluiu-se” que a melhor forma de se ter uma vida inteligente, é ser-se guiado por valores.