A reflexão sobre a História como memória coletiva permite-nos aproximar da nossa identidade. Deste modo, aprender com o passado é uma forma de auto-conhecimento. O Prof. Mário de Sousa Cunha abordou o retrato romano desde a época imperial até à divisão do império, assinalando como a evolução do estilo e da estética das esculturas representam distintas formas de encarar a arte, diferentes valores e visões do propósito de retratar alguém ou alguma função importante dentro da sociedade romana. Deste modo, a arte é um veículo para esses valores, é uma expressão da vida interior e da mentalidade da época. Por seu turno, o Prof. José Antunes falou-nos da Arte de Viver de acordo com Epicteto, filósofo romano. Também na vida, o nosso comportamento é uma expressão dos nossos valores. De modo que a ética, ou seja, o aperfeiçoamento interior em direção às leis da natureza, é para Epicteto a arte de adquirir domínio sobre nós próprios, sobre a nossa vida e o nosso destino.

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