Assim aconteceu dia 21 de Julho na Nova Acrópole do Porto. Tendo como ponto de partida um poema de Rumi, João Ferro transportou-nos – muitas vezes socorrendo-se das suas próprias vivências – pelas misteriosas vias do Amor, passando pela atração dos opostos, tendo o Amor como via de crescimento interior e como o outro é parte integrante nesse processo. Como o próprio disse, “amar é um estado de consciência de dar, continuamente e plenamente”.