Conferência | Oppenheimer e a bomba atómica: reflexões filosóficas

Nova Acrópole Lisboa

5 Abril | 19:30 - 21:30

A carregar Eventos

Por José Carlos Fernández
Desde que confirmamos a milenária doutrina do átomo, passo a passo, dirigimo-nos inexoravelmente à libertação da energia das suas interioridades. Embora nos tenha oferecido uma fonte infinita (com a fissão e sobretudo com a fusão) o primeiro uso foi ditado pelo medo e pela ambição, criando a bomba atómica, com necessidade acrescida de usá-la para subjugar os vencidos, neste caso o Japão, em Hiroshima e Nagasaki.

Seguiram-se mais de mil explosões de bombas, algumas mais de mil vezes mais poderosas, como a termonuclear ou de hidrogénio, que talvez tenham mudado o clima definitivamente. A famosa carta de Einstein, o projeto Manhattan e o génio de Oppenheimer abriram a caixa de Pandora e não sabemos agora como fechá-la, por mais esperança que tenha restado no seu fundo.

O génio da lâmpada já fora desta, ou seja, o poder do átomo oferece-nos mais e mais usos em prol da humanidade, mas também a ameaça constante de uma extinção numa escalada nuclear que nos levaria facilmente, de novo, ao paleolítico. Como quando perguntaram a Einstein, e disse que não saberia como seria a Terceira Guerra Mundial, mas a Quarta sim era fácil predizê-lo… seria quase certo com paus e pedras.

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