Teve lugar na passada segunda-feira, 24 de Julho, o Festival Comemorativo do 60º Aniversário da Nova Acrópole, pelo final da tarde no belo espaço do Palácio dos Aciprestes da Fundação Marquês de Pombal. O evento foi organizado pela delegação da Nova Acrópole Oeiras-Cascais em parceria com a Nova Acrópole Lisboa, começando nos jardins do Palácio com uma performance inspirada no Bhagavadgitá, «O dilema de Arjuna – a tensão milenar entre a Luz e as sombras» protagonizada por estudantes e membros da Nova Acrópole.

Já no Salão Nobre Luís Vieira-Baptista – insigne pintor de Oeiras que marcou presença – Tania Braukamper libertava ao piano as harmonias da Valsa 69 de Chopin. Paulo Loução, Director da Nova Acrópole de Oeiras-Cascais transmitiu as boas-vindas aos presentes no salão totalmente lotado por membros, estudantes, amigos da Nova Acrópole e público em geral, naturalmente agradecendo a todos os que de modo fraternal organizaram generosamente o Festival e à Coordenadora da Fundação Marquês de Pombal, Paula Saraiva, a parceria e disponibilização do espaço. Reiterou o sentido que a Nova Acrópole outorga à filosofia prática como sabedoria viva que transforma e favorece o reencontro do ser humano.

Seguiu-se um skecth inspirado nos amores de Eros e Psique narrados por Apuleio nas Metamorfoses antecedendo belos momentos musicais ao piano por Tania Braukamper e pelo grupo Serenata ao Luar que brindou o público com belos fados de Coimbra. O grupo Tesla presenteou a sessão com um documentário ilustrativo da acção da Nova Acrópole nas suas três vertentes de Filosofia, Cultura e Voluntariado.

As Musas continuaram presentes numa sequência de declamação poética, «A descoberta inspirada do outro» protagonizada por estudantes e membros do N. A. Oeiras-Cascais e na narrativa encenada do «Amor» de Delia Steinberg Guzmán, actual directora internacional da N. A., e «Alegra-te» de Amado Nervo realizada por membros da N. A. Lisboa.

José Carlos Fernández, Director Nacional da Nova Acrópole, encerrou com chave de ouro a parte cultural do evento transmitindo uma mensagem de grande beleza filosófica evocando os mais belos sonhos da alma humana e os desafios futuros que enfrenta já hoje o ser humano, a que a filosofia viva, atemporal, sempre contribuiu para o encontro de respostas.

Foi com júbilo que soaram os Parabéns e o brinde, todos juntos, à Nova Acrópole, reinando um ambiente de grande alegria e harmonia pela noite dentro. Venham mais 60, J.

 

NAOC