O Ideal Secreto dos Templários

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Autor

Délia Steinberg Guzmán

Formato

15 x 21 cm

N.º páginas

186

Encadernação

Capa mole

DESCRIÇÃO

LivroNon nobis, domine, non nobis, sed nomini tuo da gloriam
“Nada para nós, Senhor, nada para nós, mas para a glória do teu nome”

Este lema de vida templário, presente no Salmo 113 da Vulgata, golpeia a nossa consciência com a mesma insistência com que o badalo faz estremecer e vibrar o metal do sino. É deste modo como a recordação dos templários, como um tambor de guerra a todas as sombras, como um clarim de vitória contra todos os medos, reverbera através dos séculos, no chamado Mundo Ocidental.

Por um estranho mistério do inconsciente colectivo, e semelhante a como um despojado e pobre recorda a sua riqueza anterior, o angustiado a sua paz de outrora, ou o doente a sua anterior saúde, há um insistente afã em querer estudar o chamado “fenómeno templário”. Como se pressentíssemos que ele contém um segredo que não é um passado, nem morto, mas uma chave luminosa para abrir as portas do amanhã.

Os milhares de livros editados a respeito, as dezenas de filmes e documentários, a busca às vezes morbosa, maníaca, do último detalhe que nos revele algo mais; as fantasias como nuvens coloridas e espessas que drogam o discernimento dos menos prudentes… tudo aquilo responde e invoca, talvez, um grito surdo de gratidão das multidões. Como o do personagem anónimo e anódino, temeroso de aventura, que estuda a sua linhagem procurando no murmúrio, semelhante ao batimento de um coração distante, que imprima glória nas suas recordações.

E, pois, como dizia o professor Jorge Ángel Livraga (1930-1991) – quem tantas vezes proclamou a autora deste livro, como sua melhor discípula – a alma precisa de glória, vive dela, como as plantas necessitam luz ou alimento os corpos. E as multidões, vox populi, vox dei, pressentem um manancial de infinita luz detrás das memórias dos templários…

Delia Steinberg Guzmán é licenciada em Filosofia pela Universidade de Buenos Aires.

Os seus escritos são muitos e variados tendo sido publicados em revistas e jornais versando sobre temas relacionados com a filosofia, a música e a cultura em geral. Desde o ano 2000 dirige a revista cultural «Esfinge», de ampla difusão em Espanha e nos países latino-americanos.

Escreveu mais de trinta livros, entre os quais podemos destacar: Los Juegos de Maya (1982), El Héroe Cotidiano (1996), La Vida Después de la Muerte (2002), Filosofía para Vivir (2005).